1. A Inteligência Artificial como "Copiloto", não Piloto.
Fotógrafos não podem confiar apenas em IA. O bom profissional é aquele que não se esquece do lado “humano” e entende as ferramentas de IA como instrumentos de produtividade. A criatividade é humana e, em um mundo de acesso massivo à IA, a criatividade será responsável pelo verdadeiro diferencial de mercado.
Busque estar sempre atento as novas tecnologias. Mas lembre que você vende para seres humanos que amam comprar a criatividade humana.
2. "Hiper-Realismo" e o Retorno ao Imperfeito
A fotografia digital e suas ferramentas de edição criaram um mundo idealizado, perfeito e liso. Sem as dobras da realidade. A fotografia foi se afastando aos poucos da película e seu grão. A pele tornou-se emplastificadas e as cores saturadas. Mas o público cansou desta visão artificial e a tendência é explorar o ruído como elemento criativo, como próprio da linguagem fotográfica.
E não é preciso fotografar com filme para explorar esta tendência. Busque retratar as pessoas respeitando as suas imperfeições. Traga os conceitos técnicos da fotografia (uso das velocidades baixas ou desfoque) como elementos criativos. Brinque sem se preocupar em ser ou parecer perfeito.
3. O fotógrafo híbrido.
O fotógrafo deve ser capaz de dominar o hibridismo do aparelho fotográfico em todo o seu potencial. A maioria das câmeras gera arquivos de vídeo além de imagens estáticas. Não há espaço na fotografia profissional em um fotógrafo que olha a câmera apenas para a fotografia.
Busque uma escola que trabalhe a câmera como um aparelho híbrido e trabalhe conceitos de produção de vídeos curtos
A Omicron Escola de fotografia oferece em seu curso anual uma formação sólida e antenada com as tendências de mercado. Saiba mais aqui.