A fotografia se faz de olhar, de momento, de fatos e, muitas vezes, de criações. E uma das criações mais interessantes que podemos fazer para um ensaio são as chamadas composições. Você já viu aqui no blog vários exemplos de ensaios absolutamente inusitados, criativos e visualmente marcantes, porque todos têm essa caraterística de rearranjar objetos tradicionais, banais do dia a dia, de forma que eles pareçam outra coisa, desde um belo quadro a uma mensagem cheia de significados, como a do artista estadunidense Terry Border, que você vai ver aqui hoje.

Sabe aquela história de criança, que acha que os objetos vão ganhar vida depois que dormir, fechar os olhos ou simplesmente virar as costas? Então, com o Border não tem dessa. Ele fez toda a magia acontecer por meio da vontade dele mesmo e com muita, muita mesmo, imaginação. A graça dessas composições, mantidas por um fio de arame, é ver os objetos que a gente quebra, estraga, mastiga, pisa em cima e sabe-se lá o que mais… Humanizados.

Vê se você entende o que a gente quer dizer com isso:

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