CATEGORIA: ‘De olho no mundo’

Os buracos de rua mais legais que você já viu

Após passar por um buraco de rua em seu bairro, em Montreal, o duo de fotógrafos Davide Luciano e Claudia Ficca decidiram dar um sentido a um dos problemas mais chatos das ruas de uma cidade grande. Na série fotográfica “My Portholes, o casal criou várias situações imaginárias, nas ruas de Nova York, Los Angeles, Toronto e Montreal, onde as rachaduras e buracos são ainda maiores. As cenas, engenhosas, divertidas e surreais, acabam por abrir nossa mente, sugerindo histórias que se conectam com o ambiente do nosso dia a dia.

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Os autoretratos de uma fotógrafa de 19 anos

Rachel Baran é uma fotógrafa americana de 19 anos que impressiona pela densidade de seus autoretratos. Com um toque de surrealismo, cada fotografia conta uma história nova e inusitada, do universo da artista. Confira!

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Incríveis fotos de vaga-lumes em longa exposição

Tsuneaki Hiramatsu  é um fotógrafo amador japonês. Nos últimos anos, ele tem se aventurado fora dos centro da cidade, nas florestas do Japão, para capturar o voo de vaga-lumes à noite.

Para dar o efeito onírico à suas imagens, Tsuneaki tira uma série de fotos de longa exposição, com 8 segundos cada. Quando ele as sobrepõe digitalmente, o resultado é esse:

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 Os vaga-lumes iluminam a floresta à noite!

A seguir, veja algumas das mais recentes fotografias das série, ainda em progresso:

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Mãe e filho fotografam bolhas congeladas

Artistas tem ideias bizarras todos os dias. Assoprar bolhas a menos 9-12˚ C? Porque não?

E foi assim que, em uma bela manhã de inverno, a fotógrafa Americana Angela Kelly levou seu filho para fazer bolinhas de sabão e tirou fotos incríveis, mais tarde entituladas “Frozen in a Bubble” (congelada em uma bolha).

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Superfícies congeladas, como o capô do carro, a grama e uma mesa, se transformaram em ferramentas para congelar a bolha e como background. O nascer do sol também ajudou a criar a iluminação perfeita. Ao combinar estes elementos e passar um tempo em baixíssimas temperaturas, a fotógrafa foi capaz de capturar os padrões únicos que cada bolha forma. E ficou incrível!

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Adoráveis fotos de uma vovó e seu gatinho

 

Há mais de 13 anos o fotógrafo japonês Miyoko Ihara vem fotografando sua avó, para ter um registro de sua vida.

8 anos atrás, Misao, a avó, encontrou um fiel companheiro, um gato chamado Fukumaru, que significa “Um círculo de boa fortuna”. As fotos de Miyoko passaram a registrar então, a bela amizade entre os dois.

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A Imagem do Abismo

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Com o objetivo de “devolver o sentido de dignidade e humanidade a quem é desprezado por todos”, o fotógrafo italiano Alessio Ortu passou um ano clicando a cada 15 dias os viciados em crack. O resultado da série foi o projeto “Simulacrum Praecipitii” (“A imagem do abismo”, em latim), composto de livro, exposição e documentário. Este último percorre atualmente vários festivais de cinema, de Gramado a Mar Del Plata. Alessio falou sobre o que viu durante o período em que frequentou a Cracolândia e afirma: “Nem todo dependente de lá é ladrão como mostram”. A entrevista a seguir foi realizada por Igor Zahir da revista Marie Claire.

De onde surgiu a ideia de fazer o projeto “Simulacrum Praecipitii”?

Alessio Ortu: Tudo começou quando, alguns anos atrás, me mudei para São Paulo e me impressionei com essa realidade vista no centro da cidade. Algo tão diferente de outros lugares que morei na Europa e América do Norte. Em setembro de 2011 dei início ao projeto e fotografei durante um ano.

As fotos geraram um livro, uma exposição e um documentário, certo?

Sim. Do livro surgiu a exposição, que ficou em cartaz no Palácio da Justiça em novembro. O documentário “Simulacrum Preacipitii – a visão do abismo” estreou em festivais de Gramado, Goiás, Cuba e Mar Del Plata. No início do próximo ano a exposição entrará em cartaz na OAB. Assista ao trailer.

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Como se comportavam as mulheres que você clicou? Eram violentas?

O temperamento de todos eles –homens e mulheres – é igual. Quando percebem que você chega lá com boas intenções, querendo ajudá-los e não se aproveitar de uma situação, eles colaboram. Eles querem ser ouvidos. Fui quase sempre bem acolhido.

Como elas reagiam quando propôs clicá-las?

A maioria pedia dinheiro para alguma coisa e perguntavam qual era o objetivo. O que ajudou também é que cheguei neles de modo diferente dos jornalistas. Antes mesmo de começar a clicar, via outros profissionais tentando fazer fotos de longe, sem serem percebidos. Isso deixa os moradores de lá muito irritados porque se sentem roubados. Agi diferente: fui lá e pedi autorização.

Como era a rotina de fotos?

Não dá para ir todo dia, pois você fica marcado e é perigoso. Ia lá toda semana ou a cada 15 dias, saía bem cedo de casa e ia direto para o foco da Cracolândia. Às vezes levava horas para chegar na pessoa certa, porque tem fugitivos, traficantes, pessoas que não queriam aparecer e outras que estavam loucas e não entendiam nada do que eu falava. Mas, quando começava a fotografar, ficava mais fácil. Quando um deles já estava sendo clicado, os outros ficavam mais confiantes. Às vezes tinha até fila de espera para as fotos.

Como você os abordava?

Eu os parava nas ruas e ia direto ao ponto: perguntava se fumavam crack, se moravam nas ruas e se queriam ser clicados. Explicava que estava fazendo um projeto pessoal, sem ligação com a mídia ou fins comerciais. Acho que o fato de eu ser estrangeiro também ajudou um pouco, pois eles ficavam interessados nos meus motivos para me interessar por essa realidade em São Paulo.

Foi atacado por algum viciado?

Não, em nenhum momento. Havia pessoas mais agressivas, que não queriam ser clicadas, mas eu respeitava e não insistia. Vi brigas entre elas, algumas até mais violentas, mas simplesmente observei. Vi prostitutas que usavam a prostituição para comprar o crack.

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Como foi ver uma realidade bem diferente da europeia?

Foi bem impactante ver o tamanho do problema. Na Europa a realidade social é mais controlada. Não tem essa pobreza extrema. O mais chocante é que isso acontece sob nossos olhos, num lugar lindo e histórico. É muito descuido.

Muitas fotos de sua série têm o foco nas mãos. Por quê?

Veio de forma muito natural, já que as mãos retratam muito de nossa alma. Elas fazem tudo, principalmente para quem mora nas ruas. Eles as usam para comer, catar lixo, roubar, se prostituir, se drogar. As mãos dessas pessoas são destruídas, mostrando os sinais da devastação da vida nas ruas. São claramente feias, mas consigo ver uma beleza plastificada nelas.

Você viu coisas que as pessoas associam às drogas? Prostituição, crimes…

Vi mulheres que usavam a prostituição para comprar o crack. Também não me interessava porque acho isso sensacionalista, já que, infelizmente, é um dos únicos jeitos que elas têm de conseguir as drogas. Mulheres se prostituem, crianças e outras pessoas catam lixo, tralhas de casas. Por incrível que pareça, a minoria rouba para se drogar. Apesar da mídia mostrar o contrário, poucos roubam. Na Cracolândia as pessoas catam lixo para comprar a droga. Essa é a realidade.

Qual história mais mexeu com você?

Vários casos, mas o dos menores de idade é impressionante. Não pude mostrar o rosto deles, então tive que clicar com as mãos cobrindo, já que, segundo a lei, eles não devem aparecer. A história deles é muito triste: são meninos e meninas entre 14 e 16 anos, que estão vivendo nas ruas.

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Você se envolveu emocionalmente em algum momento?

Sem dúvida. Fui lá principalmente para conhecer a história dessas pessoas e devolver a dignidade e humanidade para elas, que são ignoradas e desprezadas por todos. Cada pessoa que encontrava perguntava a história pessoal, para saber como acabaram nessa situação. Cada caso é muito impactante porque mostra a gravidade do problema e o quanto é difícil escapar da situação.

É uma realidade paralela?

Sim, e o pior: acontece no meio da cidade. Ninguém se importa com esse problema, as pessoas preferem fingir que nada está acontecendo. Isso também foi um dos motivos que me levaram a fazer esse projeto: deixar de ignorar o assunto. As pessoas tendem a não querer saber sobre isso, até como forma de autoproteção. É uma carga espiritual muito negativa, a tendência é que a população evite contato com os moradores de lá. Com essa série, quis me confrontar com esse aspecto da população que mora num nível de pura sobrevivência. Queria saber até onde o ser humano pode chegar para continuar existindo.

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Paisagens Humanas

O trabalho do fotógrafo paisagista Carl Warner não é aquilo que, tradicionalmente, esperamos da fotografia paisagista. Warner dedicou a sua carreira fotográfica à paisagem feita à base de comida.

A partir da publicação do seu trabalho no “The Sunday Times”, em 2008, foram inúmeras as entrevistas, reportagens televisivas e artigos que lhe dedicaram e que o tornaram amplamente conhecido. Cansado de fotografar paisagens comestíveis, o autor resolveu criar uma variação: “Bodyscapes“. Esta série que agora mostramos caracteriza-se pela criação de paisagens tendo por base o corpo humano. Warner pretende, com este projeto, que as pessoas olhem para si próprias de um modo diferente, acrescentando  que “gosta de pensar que esta é uma nova forma de retrato que permite um olhar abstrato, e talvez mais íntimo, sobre o sujeito”. “O corpo em que vivemos transforma-se, assim, num lugar onde as pessoas podem estar ou viajar”, acrescenta o fotógrafo.

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Os homens surreais de Ben Zank

Nem só de modelos femininos vive a fotografia onírica. Nas fotografias de Ben Zank, fotógrafo de Nova York, vemos enebriantes fotografias de modelos masculinos, com elementos surreais que atribuem um ar misterioso à composição.  Luz e sombra também contribuem para a ambientação das fotos, que, ora suave, ora intensa, hipnotiza e intriga o observador.

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Sua inspiração vem do trabalho de Rodney Smith e  do casal Robert e Shana ParkeHarrison “Este conjunto de fotógrafos representa minhas emoções atuais e passadas. Estar no controle, ser impotente, preso, livre novamente, etc. Eu penso nisso como uma luta pelo poder.”

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Mulheres que desafiam a gravidade

Anka Zhuravleva já foi estudante de arquitetura, tatuadora, cantora numa banda de rock, pintora, modelo e, por fim, fotógrafa. A russa tem 33 anos e reside em Protugal, na cidade de Porto desde Abril de 2013 – numa das suas fotos são visíveis as margens do rio Douro. A série “Distorted Gravity” parece ilustração, mas é foto-arte. Anka faz uso de pós-produção para que as suas fotografias adquiram o aspecto fantasioso e impossível que as caracteriza. Inicialmente Anka buscava inspiração na Fotografia para a sua pintura. Mais tarde, reverteu o processo, adoptando a fotografia como forma de expressão artística.

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As mulheres surreais de Oleg Oprisco

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A fotografia de Oleg Oprisco preza pela sua cuidada composição e pela sua atmosfera onírica/surrealista. Oleg é um fotógrafo ucraniano de 23 anos, residente em Odessa. A sua carreira fotográfica teve início quando, aos 16, aceitou um emprego como assistente num laboratório de fotografia analógica, numa pequena cidade chamada Lvov, na Ucrânia. Os conhecimentos técnicos que adquiriu motivaram-no para a sua própria criação fotográfica. Oleg encontra inspiração para os seus retratos na vida quotidiana, afirmou numa entrevista, embora lhes acrescente, invariavelmente, personagens e adereços, criando ainda variações na própria localização e na luz que utiliza.

Sempre acompanhado das suas câmaras de médio formato Kiev 6C e Kiev 88, confessa que o maior desafio do seu trabalho é encontrar algo novo e surpreendente, pelo que a sua busca é incessante.

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